Nunca mais escrevi

Ou, pelo menos, não o que aqui costumava escrever.

Deixei-me da caneta, do próprio teclado, dos cadernos improvisados. Não que assim o tenha decidido, mas porque nos últimos tempos o tempo – essa coisa terrível que nunca para – foi tudo menos… Tempo.

O relógio tem avançado sem piedade, com os ponteiros numa corrida eterna que parece ter um certo gozo ao ver-me ficar encurralado entre acontecimentos, sonhos e objetivos.

Mas vou voltar. Digo-o sempre e volto. E agora também. Mais. Melhor. Porque tem de ser. Porque queroMuito.

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