Luzes, bandeiras, ação

E, de repente, uma explosão. As bandeiras sobem, são hasteadas e abanadas como nunca. Ouvem-se gritos e lá vêm as primeiras buzinas. As portas abrem-se e as ruas preenchem-se, deixando nas casas o vazio semi-preenchido pelos relatos que, com a pressa dos festejos, ficaram esquecidos enquanto a cidade dá lugar à maior festa da história. Gritos. Gritos de festa.

Gritos por Portugal, pela história, pelos heróis do mar que, no campo, lutaram até ao fim. Bandeiras, lenços, cachecóis, pinturas faciais. Faz-se a festa sem parar, pela noite dentro até aos motores do avião, acompanhado de dois F-16, acordarem os poucos que descansaram na noite de festa. E continua. Pela cidade toda, espaço a espaço, sempre com um grito em comum. Assim é bonito.

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