Mar Negro

Olho para um lado, vejo negro; olho para o outro e mais negro vejo. Atrás, à frente. salva-me o céu azul mas nem ele resiste todos os dias.

As primeiras semanas de setembro são assim. (Quase) tudo veste negro. Olho, interpreto, tento compreender. Acima de tudo, sou rodeado de negro. Negro e branco mas sobretudo negro. Dos pés à cabeça, da cabeça aos pés.

Não importa onde vá ou com quem vá. As horas. O tempo. O Mar Negro veio para ficar.

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